Engenharia de manutenção e confiabilidade

Seu plano de manutenção, em dias.
Cada decisão explicada.

Aplicar RCM exige horas de engenharia que disputam espaço com a rotina da manutenção. A ARC desenvolve um plano específico para os seus ativos, com tarefas ligadas aos modos de falha e decisões documentadas.

De 6 a 18 meses para 1 a 2 semanas.
Referência de prazo da ARC, conforme escopo, documentação e disponibilidade para validação.

Sem a justificativa,
o risco fica implícito.

Uma falha fica sem cobertura.

O plano pode conter muitas tarefas e ainda deixar modos de falha relevantes sem tratamento.

A frequência aumenta. E o risco?

Alongar intervalos ou cortar tarefas sem explicitar as consequências dificulta defender a decisão.

O estudo termina. A execução não começa.

Sem pacotes, instruções e critérios claros, o plano ainda exige trabalho antes de chegar à manutenção.

A ARC elabora.
Sua equipe valida.

Aplicamos o RCM seguindo SAE JA1011/JA1012, com tecnologia de fronteira para organizar a documentação e desenvolver o estudo. Seus especialistas revisam as decisões e validam as entregas.

BASE COMPARTILHADA

O conhecimento
é o da sua operação.

Manuais, desenhos, datasheets, históricos e procedimentos internos alimentam a Knowledge Base. É essa documentação que dá contexto aos estudos em todo o ecossistema.

Infraestrutura de suporte aos cinco produtos. Não é um produto vendido separadamente.

≈ 1h30

de processamento até um estudo ficar pronto para revisão humana, em um caso informado pela ARC.

Um estudo que chega
até a execução.

Cinco produtos conectam a definição da estratégia, a comparação com o plano atual, o planejamento das ordens e a revisão de frequências.

O estudo que origina o plano

RCM GenAI

Contexto operacional, funções, falhas e tarefas de manutenção.

Plano de manutenção rastreável
Comparar

Strategy
Comparison

O que manter, incluir ou revisar em relação ao plano atual.

Planejar a execução

Work Order
Planner

Ordens com instruções, recursos e procedimentos do cliente.

Definir a frequência

Optimus
Maintenance

Intervalos escolhidos com custo total e risco conhecidos.

Aprender com o histórico

Reliability Data Vault

Histórico de manutenção convertido em informação de modos de falha.

Os dados alimentam

RCM GenAIAvaliação da eficácia da estratégia

Optimus MaintenanceCalibração das curvas de confiabilidade

SUPORTE AOS CINCO PRODUTOS

Knowledge Base

Manuais, desenhos, especificações e procedimentos do cliente sustentam todo o ecossistema.

A validação humana acompanha as entregas. Knowledge Base é infraestrutura compartilhada.
RCM GenAIDefinir o plano de manutenção

Do contexto operacional à seleção de tarefas por modo de falha, seguindo o diagrama lógico do RCM. O plano reúne tarefas deduplicadas em pacotes por frequência e especialidade, com vínculo entre tarefa, mecanismo de falha e função.

Examinar a rastreabilidade ↗
Strategy ComparisonExplicitar o que manter, incluir e revisar

Compara cada tarefa do plano proposto com o plano vigente ou do fabricante. Expõe coberturas em comum, lacunas a tratar e tarefas candidatas à exclusão, que dependem de avaliação técnica antes da retirada.

Examinar a comparação ↗
Work Order PlannerPreparar as ordens de manutenção

Converte os pacotes em listas de tarefas com ajustes, folgas, procedimentos e materiais da documentação técnica. Incorpora os padrões do cliente, como bloqueio de energia, trabalho em altura e recursos de suporte.

Optimus MaintenanceEscolher o intervalo com custo e risco conhecidos

Avalia os pacotes com base no histórico e no conhecimento dos especialistas. Apresenta o intervalo que minimiza o custo total e o risco associado à mudança, considerando também as tarefas em conjunto.

Examinar o resultado ↗
Reliability Data VaultTransformar histórico em informação de falhas

Organiza o histórico de manutenção para obter frequências de modos de falha de forma sistemática e escalável. Usa a taxonomia interna do cliente ou normas internacionais. Os dados calibram o Optimus e apoiam a avaliação da eficácia da estratégia no RCM.

O trabalho da sua equipe
é decidir com contexto.

O escopo e a disponibilidade da documentação definem o ponto de partida. A participação dos especialistas se concentra nos momentos de validação.

  1. 01

    Delimitar o estudo

    Alinhar ativos, contexto operacional, problema do plano atual e entregáveis.

    ARC + cliente
  2. 02

    Organizar as referências

    Reunir documentação, histórico e padrões internos que sustentam as análises.

    Cliente fornece · ARC organiza
  3. 03

    Elaborar e validar

    Revisar funções, falhas e tarefas. Aprovar, ajustar ou rejeitar com justificativa.

    ARC elabora · cliente valida
  4. 04

    Entregar para implantar

    Consolidar o plano e os serviços complementares definidos no escopo.

    ARC entrega · cliente implanta

Referência de entrega: 1 a 2 semanas, condicionada ao escopo, aos documentos disponíveis e à agenda de validação.

Quatro critérios para
defender o seu plano.

A entrega precisa responder por que uma tarefa existe, o que muda em relação a hoje e quais referências sustentam cada decisão.

Rastreável
Da tarefa ao modo de falha e à função. Inclui a decisão de operar até a falha, quando essa é a política selecionada.
Percorrer a cadeia ↗
Comparável
O plano proposto ao lado do vigente ou do fabricante, com os pontos de acordo e desacordo identificados.
Ver o que muda ↗
Específico
Contexto, componentes, mecanismos de falha e tarefas vinculados à documentação dos equipamentos do cliente.
Ler uma tarefa real ↗
Auditável
Funções, consequências, aplicabilidade, efetividade e frequências acompanhadas de suas justificativas.
Examinar a decisão ↗
RCM GENAI / CASO REAL

O caminho até a tarefa.

Dois recortes do banco do produto, resumidos e anonimizados. Apresentação editorial dos registros, não capturas da interface.

Função
Permitir a mobilidade operacional, com a temperatura do redutor de translação limitada a 80 °C.
Falha funcional
O movimento é mantido, mas a temperatura do redutor excede 80 °C.
Modo de falha
Aletas externas do resfriador de óleo hidráulico obstruídas por poeira e partículas, restringindo o fluxo de ar.
Efeito
Elevação de temperatura, perda de viscosidade do óleo e degradação das vedações, com interrupção da operação.
Consequência
Classificação registrada: segurança. O superaquecimento pode causar ruptura de mangueiras, projeção de fluido quente e incêndio.
Falha evidente SimAfeta a segurança SimCondição detectável SimManutenção sob condição
TAREFA SELECIONADA
“Inspecionar as aletas da colmeia do resfriador de óleo hidráulico para acúmulo de poeira e particulados, e limpar se incrustação restringe o fluxo de ar”
Aplicabilidade
A obstrução progride e pode ser identificada visualmente antes da falha funcional, permitindo intervenção.
Efetividade e avaliação econômica
O registro considera a tarefa viável: menores custos de materiais, serviços e perda de produção; mão de obra similar. É uma avaliação qualitativa, sem economia percentual calculada.

Caminhos de decisão resumidos. Informações identificadoras omitidas; descrição da tarefa preservada. Estes recortes não substituem a análise completa nem sua revisão técnica.

STRATEGY COMPARISON / CASO REAL

O que muda em relação a hoje?

61 tarefas propostas comparadas a 33 do plano vigente. O resultado expõe as diferenças para decisão técnica.

38tarefas a incluir
23 ↔ 19tarefas em comum, nos dois planos
14candidatas à exclusão

As correspondências podem relacionar mais de uma tarefa de cada plano. Por isso, 23 e 19 não representam uma correspondência um a um. Exclusões dependem de validação.

Ver captura real da comparação
Captura real: plano RCM com 61 tarefas e vigente com 33; 38 a incluir, 14 a remover e 23 contra 19 em comum.
Captura do produto preservada. “Remove” identifica candidatas à exclusão, não uma autorização automática de retirada.

Em outro caso real, 73 tarefas propostas foram comparadas a 57 tarefas do plano vigente.

OPTIMUS MAINTENANCE / CASO REAL

A melhor parada considera
o conjunto de tarefas.

Analisar cada tarefa isoladamente e planejar uma parada conjunta levam a decisões diferentes.

Avaliação isolada

12 de 14 tarefas
1.039 a 1.040 semanas
1 tarefa
48 semanas
1 tarefa
137 semanas

As 12 tarefas não se pagavam isoladamente no caso analisado.

Intervalo ótimo de parada do sistema39 semanas

Resultado da avaliação conjunta, considerando o ganho de escala. Isso não significa executar todas as tarefas em toda parada.

Custo total anual

Custo do conjunto de tarefas
Curva de custo total anual redesenhada a partir do relatório real: o menor custo ocorre no intervalo de 39 semanas, e o custo cresce com intervalos mais curtos ou mais longos.
39 semanas: o intervalo de parada de menor custo no caso analisado.

Curvas redesenhadas a partir dos gráficos dos relatórios reais, preservando seus resultados. Casos anonimizados, sem exposição do método de cálculo.

Para quem responde
pela confiabilidade da planta.

Engenheiros de confiabilidade, coordenadores e gerentes de manutenção. Evidência técnica para discutir com operações; escopo e entregáveis claros para compras.

MineraçãoSiderurgiaPapel e celuloseSucroenergético

APPLIED RELIABILITY CO. · DESDE 2019

Vamos discutir
o seu plano?

Conte o que precisa resolver. A conversa começa pelo contexto dos seus ativos, pelos documentos disponíveis e pelo resultado que você precisa entregar.

contato@appliedreliability.com.br

Consultoria brasileira de manutenção e confiabilidade industrial.

O botão abre seu aplicativo de e-mail com a mensagem pronta para revisão e envio.

Antes de
começar.

O plano é específico para os nossos equipamentos?

O contexto operacional e a documentação técnica do cliente orientam o estudo. Funções, modos de falha e tarefas são desenvolvidos para os ativos definidos no escopo e passam por validação humana.

Qual é a diferença entre 1h30 e 1 a 2 semanas?

Aproximadamente 1h30 é o processamento de um caso informado pela ARC até a preparação para revisão, sem medição independente. A referência de 1 a 2 semanas é para a entrega do serviço, conforme escopo, documentação e agenda de validação. Os dois tempos não são equivalentes.

Quanto tempo minha equipe precisa dedicar?

A equipe fornece as referências, esclarece o contexto operacional e valida as decisões. A agenda é dimensionada no escopo. Não há uma carga horária fixa que se aplique a todos os estudos.

O método muda por usar tecnologia de fronteira?

O método continua sendo o RCM, seguindo SAE JA1011/JA1012. A tecnologia apoia a elaboração e a organização das referências. Especialistas validam o resultado. A referência às normas não representa uma certificação da ARC.

Uma tarefa candidata à exclusão pode ser retirada imediatamente?

Não. A comparação identifica divergências para revisão. A retirada depende da análise das consequências, das obrigações aplicáveis e da validação técnica do cliente.

Operar até a falha também faz parte do estudo?

Sim, quando essa é a política selecionada para o modo de falha. O encaminhamento e sua justificativa permanecem rastreáveis, sujeitos à avaliação das consequências e à validação técnica.

Quais documentos são necessários?

Manuais, datasheets, desenhos, especificações, planos vigentes e histórico de manutenção são referências úteis. A ARC avalia o material disponível e define com o cliente as informações necessárias para o escopo.

É necessário contratar os cinco produtos?

A contratação é definida pelo problema e pelos entregáveis necessários. Os cinco produtos compõem o ecossistema que suporta os serviços. A Knowledge Base é infraestrutura compartilhada e não é vendida separadamente.

Como é definido o investimento?

A proposta considera ativos, extensão do estudo, documentação disponível e serviços envolvidos. A conversa técnica inicial permite delimitar o escopo e preparar a proposta comercial.